Segundo o relatório, Parmelin está no México acompanhando o torneio e aderiu à campanha #NatiChallenge. A proposta é simples: usar vermelho e branco, publicar imagens de apoio e assumir o papel de “12º jogador” antes da partida.
“Hoje à noite, às 22h, a Suíça não está apenas assistindo, está jogando com todo o coração.”
O gesto presidencial amplia a mobilização em torno de uma equipe que já superou uma etapa importante na competição. A Suíça avançou ao mata-mata depois de uma campanha considerada forte na fase de grupos e chega ao confronto com a Colômbia embalada pela classificação sobre a Argélia.
A partida desta segunda-feira, 7 de julho, vale uma vaga nas quartas de final, mas representa mais do que uma eliminatória para os suíços. O relatório lembra que a seleção não vencia um jogo de mata-mata de Copa do Mundo desde 1954, quando sediou o torneio.
O atacante Dan Ndoye também reforçou essa dimensão após a vitória anterior. “Escrevemos uma página da história da nossa nação e esperamos continuar assim”, declarou. A frase traduz o ambiente de confiança, sem esconder que a Colômbia aparece como um adversário de alto nível depois de atuações consistentes.
A convocação de Parmelin não altera a estratégia ou a escalação, mas ajuda a construir um ambiente nacional em torno de uma equipe que busca prolongar sua campanha. Para a Suíça, o apoio popular pode funcionar como combustível em um duelo decidido por concentração, intensidade e capacidade de suportar a pressão.
O próximo capítulo será escrito no confronto com a Colômbia. Quem vencer avançará às quartas de final e manterá vivo o sonho de transformar uma boa campanha em uma trajetória histórica.