Alfredo é lembrado por resistir às forças vikings e derrotá-las na Batalha de Edington, em 878. Para Phillips, a coincidência com um jogo contra a Noruega oferece uma leitura quase teatral.
“Acho que é um bom presságio antes do jogo da Inglaterra contra a Noruega. Talvez finalmente tenhamos encontrado os restos de Alfredo, então isso é um sinal de que podemos ganhar a Copa do Mundo”, afirmou Phillips.
A Inglaterra, comandada por Thomas Tuchel, procura manter viva a esperança de conquistar o primeiro título mundial desde 1966. Do outro lado estará Erling Haaland, presença capaz de transformar qualquer duelo eliminatório num teste de máxima exigência.
A escolha da Noruega como adversária, em vez do Brasil que era esperado, teria afetado o mercado de ingressos. Os preços de revenda reportedly caíram, revelando como a expectativa em torno do rival influencia o interesse comercial mesmo antes da bola rolar.
Mas o simbolismo não vence partidas. A Inglaterra precisará controlar a ameaça norueguesa, impor ritmo e lidar com a pressão de uma seleção que chega carregando expectativas históricas.
A própria trajetória dos restos de Alfredo recomenda cautela: ossos anteriormente atribuídos ao rei foram posteriormente questionados por exames de datação. Agora, a confirmação arqueológica terá de esperar - enquanto a Inglaterra busca escrever seu próximo capítulo no campo.
No sábado, no Miami Stadium, o futebol decidirá se a lenda foi apenas coincidência ou se o suposto achado realmente se tornará parte do folclore da campanha inglesa.